Desgaste emocional: essa é a consequência mais comum de quem cuida de um parente ou ente-querido com alguma doença crônica. Quem passou pela situação conta que, assim que o diagnóstico é feito, vem o medo e a preocupação em decidir quem vai cuidar do paciente.
Existem o cuidador formal e o informal, explica a psicóloga especialista em oncologia Michelle Moreschi. "O formal é o profissional contratado para atender o doente. Já o informal, que é o mais comum, é quando alguém da família passa a ocupar a função.'' É muito comum o cuidador informal, por passar a viver em função do doente, começar a desenvolver estresse e depressão, chegando a adoecer.
Saiba como esse estado psicológico pode ser evitado na matéria de Paula Costa Bonini.
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